Parteira - Enfermeira Obstétrica
Mais de 1.300 partos humanizados acompanhados com presença, arte e ciência. Te guio nessa jornada transformadora com o cuidado que você e seu bebê merecem.
Oi, bem-vinda. Deixa eu me apresentar.
Você acredita em sonho de infância?
Eu acredito. Acho, inclusive, que certos sonhos não são sonho. São lembrança do futuro.
Ser parteira era assim para mim. Não era só vontade, nem só encanto. Era também brincadeira. Eu passava tardes inteiras inventando cenários, arrumando o invisível, preparando com a imaginação a chegada de um bebê ao mundo. Gostava de pensar no lugar, na acolhida, no jeito de receber. Sem saber direito como, eu já ensaiava cuidado.
Mais tarde, aos 16 anos, fui morar no interior da Bahia, e aquele fio antigo começou a puxar a vida para mais perto de si. Entre coqueiros, cacau e bichos parindo, fui aprendendo coisas que não cabem bem em apostila: o tempo certo das coisas, a força silenciosa do corpo, a sabedoria que existe quando a vida encontra espaço para acontecer.
Presença integral durante o trabalho de parto e nascimento. No seu tempo, no seu ritmo, com segurança e acolhimento. Inclui consultas pré-natais, plano de parto personalizado e suporte no pós-parto imediato.
Quero saber mais
Encontros individuais para escuta, orientação e cuidado personalizado. Online ou presencial. Um espaço para tirar dúvidas, acolher medos e se preparar com profundidade para o que vem.
Agendar consulta
Grupo de preparação para o parto com encontros semanais ao vivo, durante dois meses. A Roda olha para a gestação inteira: para a mulher que está se transformando, para o bebê que está sendo gestado, para o vínculo que já pulsa e para a travessia que se aproxima. Ciência e poesia caminhando juntas.
Conhecer a Roda
Grupo de pós-parto para mães recém-nascidas com bebês de 0 a 6 meses. Encontros semanais ao vivo, durante dois meses, com espaço para acolher dúvidas, escutar o que você sente e criar rede. Porque o puerpério pede aldeia, não solidão.
Conhecer a Roda
Jornada pré-natal online com 5 módulos em vídeo para gestantes que desejam chegar ao parto com mais consciência, confiança e conexão com o próprio corpo. Dança do ventre, ciclicidade lunar, plano de parto emocional e preparação real para o trabalho de parto.
Conhecer o curso
Um guia acolhedor escrito por quem já acompanhou mais de 1.300 nascimentos. Tudo o que você precisa saber sobre pré-natal, seu corpo e essa nova jornada — com a delicadeza que esse momento pede.
100% gratuito. Sem spam. Feito com carinho pela Dida.
Não. Parto normal é a via vaginal. Parto humanizado é sobre a forma de cuidar — com escuta, respeito e protagonismo da mulher. Dá pra ter parto normal desumanizado e cesárea humanizada. O que muda tudo é a postura, não a via.
O melhor lugar para parir é onde a mulher se sente verdadeiramente segura. O parto precisa de ocitocina, e a ocitocina não floresce no medo. Com gestação de risco habitual, equipe qualificada e plano de transferência, o parto domiciliar pode ser tão seguro quanto o hospitalar.
Não. Mas basta engravidar para o corpo virar "problema em potencial". Gestação é processo fisiológico que precisa de acompanhamento responsável, não de patologização. Há uma diferença importante entre cuidar e tratar o corpo saudável como ameaça.
Porque o corpo está trabalhando profundamente — mesmo quando nada é visível por fora. Há uma reorganização física, hormonal e emocional imensa. O primeiro trimestre pede recolhimento, descanso e delicadeza. Não é fraqueza. É o corpo e a alma no início de uma grande passagem.
É quando a mulher deixa de ser sujeito da própria experiência e passa a ser tratada como objeto de controle. Informar-se é resistência. Escrever um plano de parto é proteção. Cercar-se de uma equipe que te reconheça como protagonista é o melhor que você pode fazer.
Sim. O que define essa possibilidade não é o número de gestações, mas se há risco habitual, equipe experiente e acompanhamento responsável. Primeiro parto pode ser mais longo, mas duração não é sinônimo de perigo.
A doula oferece presença e sustento emocional. A parteira une cuidado clínico e presença integral. O obstetra entra com o olhar médico quando necessário. São papéis complementares — quando bem compreendidos, quem ganha é a mulher.
Desde o início da gestação. O corpo já começa a se preparar silenciosamente. Parir não começa no dia do parto — começa aos poucos, na medida em que a mulher vai se tornando disponível para essa travessia.
Porque o parto não termina quando o bebê nasce. O puerpério precisa de recolhimento, alimento, descanso e presença útil — não de plateia. O que uma mãe precisa nesse tempo não é de visita. É de aldeia.
Porque o que sustenta a amamentação não é só o peito — é o entorno. Informação sobre pega e livre demanda ajuda, mas planejar quem vai cuidar da casa, da comida e do descanso da mãe faz diferença real.
Não é fraqueza nem falta de amor. É uma condição real que pode atravessar a mulher justamente quando se espera dela felicidade plena. Reconhecer os sinais cedo e oferecer acolhimento faz toda a diferença.
O acompanhamento é particular, mas a ANS prevê cobertura de consultas com enfermeira obstétrica. Seu plano pode oferecer reembolso parcial. No blog tem todas as informações e um modelo de solicitação pronto.
Azia, refluxo, prisão de ventre e inchaço são comuns e não indicam que algo está errado. É o corpo se reorganizando para abrigar outra vida. Pequenos ajustes na alimentação e na rotina podem fazer muita diferença.
Muito mais do que imagina. Contrapressão no sacro, respirar junto, proteger o ambiente, ser ponte com a equipe. O acompanhante não precisa ser herói — precisa encontrar seu lugar ao lado da mulher.
Esse momento costuma aparecer justamente quando o nascimento está próximo. É a fase de transição — o corpo trabalhando no máximo enquanto a mente duvida. Não é sinal de que algo deu errado. É sinal de que a passagem está se abrindo.
Cada gestação é uma oportunidade única de conexão consigo mesma e com o bebê. Não deixe esse momento passar sem estar realmente presente.