Parteira - Enfermeira Obstétrica

Conexão com a gravidez,
preparação profunda
para o parto e nascimento

Dida Schneider - Parteira e enfermeira obstétrica especializada em parto humanizado

Mais de 1.300 partos humanizados acompanhados com presença, arte e ciência. Te guio nessa jornada transformadora com o cuidado que você e seu bebê merecem.

3 mil+ mulheres em rede
18+ anos de experiência
Dida Schneider - Parteira e enfermeira obstétrica especializada em parto humanizado e domiciliar
Dida Schneider sorrindo

Prazer, eu sou a Dida

Oi, bem-vinda. Deixa eu me apresentar.

Você acredita em sonho de infância?

Eu acredito. Acho, inclusive, que certos sonhos não são sonho. São lembrança do futuro.

Ser parteira era assim para mim. Não era só vontade, nem só encanto. Era também brincadeira. Eu passava tardes inteiras inventando cenários, arrumando o invisível, preparando com a imaginação a chegada de um bebê ao mundo. Gostava de pensar no lugar, na acolhida, no jeito de receber. Sem saber direito como, eu já ensaiava cuidado.

Mais tarde, aos 16 anos, fui morar no interior da Bahia, e aquele fio antigo começou a puxar a vida para mais perto de si. Entre coqueiros, cacau e bichos parindo, fui aprendendo coisas que não cabem bem em apostila: o tempo certo das coisas, a força silenciosa do corpo, a sabedoria que existe quando a vida encontra espaço para acontecer.

Depois, por essas curvas do destino, fui parar num hospital do interior, numa cidade chamada Belmonte. Ali vi crianças nascendo, mulheres parindo, famílias atravessando o mistério da chegada e, às vezes, também da despedida. Foi cedo que aprendi que o nascimento é grande, bonito, intenso e delicado. E entendi, com uma certeza que não fazia barulho, que era ali que eu queria estar: na retaguarda da vida, amparando mulheres numa das travessias mais profundas da existência.

Voltei para o Rio de Janeiro, terminei os estudos e fui costurando minha formação com muitas linhas diferentes. Ecologia do parto e nascimento, Ayurveda, doulagem, terapia através do movimento, yoga, dança do ventre, teatro. Gosto de pensar que sou um patchwork bonito: feita de muitos pedaços, muitas buscas, muitos saberes que aprenderam a conversar entre si.

Também sou profundamente tocada pelas parteiras tradicionais. Pelas minhas andanças, pude viver de perto a força dessa sabedoria em diferentes cantos da América Latina, especialmente no Peru e na Colômbia. Esses encontros ampliaram meu olhar e deixaram em mim um respeito ainda maior por tudo o que nasce do corpo, da escuta, da comunidade e da experiência viva.

Com o tempo, virei parteira e enfermeira obstétrica. Já são mais de 18 anos de caminhada e mais de 1.300 nascimentos acompanhados. E ainda hoje me emociono em cada assistência. Porque o nascimento, para mim, nunca virou rotina. Continua sendo estreia.

Desde 2008, facilito grupos de gestantes, faço parte do Parto Ecológico e criei a Roda das Sementeiras, os Brotinhos e a Saaanta Mãe. São formas diferentes de seguir fazendo o que sempre me chamou: cuidar de quem gesta, de quem pare e de quem nasce.

Também sou mãe de quatro. Gael e Mana, meus filhos de braços. Madalena e Tito, meus filhos breves. Foi a própria vida, com suas belezas e suas ausências, que aprofundou meu olhar sobre o cuidado. Há coisas que alargam uma mulher pela alegria. Há outras que alargam pelo silêncio. Ambas ensinam.

Hoje, acompanho mulheres e famílias que desejam viver a gestação, o parto e o pós-parto com mais consciência, confiança, apoio e presença. Acredito que a forma como uma mulher é cuidada nessa travessia pode transformar profundamente a memória de um começo.

A Roda das Sementeiras é o coração do meu trabalho. Um espaço de acolhimento, preparação e presença para viver a gestação, o parto e o pós-parto com mais inteireza.

Parteira acolhendo mãe após parto humanizado

Como posso te acompanhar

Parteira acompanhando trabalho de parto humanizado

Assistência ao Parto

Presença integral durante o trabalho de parto e nascimento. No seu tempo, no seu ritmo, com segurança e acolhimento. Inclui consultas pré-natais, plano de parto personalizado e suporte no pós-parto imediato.

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Consulta pré-natal com parteira - medição de barriga

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Encontros individuais para escuta, orientação e cuidado personalizado. Online ou presencial. Um espaço para tirar dúvidas, acolher medos e se preparar com profundidade para o que vem.

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Roda das Sementeiras - Grupo de gestantes

Roda das Sementeiras

Grupo de preparação para o parto com encontros semanais ao vivo, durante dois meses. A Roda olha para a gestação inteira: para a mulher que está se transformando, para o bebê que está sendo gestado, para o vínculo que já pulsa e para a travessia que se aproxima. Ciência e poesia caminhando juntas.

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Roda dos Brotinhos - Grupo de pós-parto

Roda dos Brotinhos

Grupo de pós-parto para mães recém-nascidas com bebês de 0 a 6 meses. Encontros semanais ao vivo, durante dois meses, com espaço para acolher dúvidas, escutar o que você sente e criar rede. Porque o puerpério pede aldeia, não solidão.

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Semente Boa - Jornada pré-natal online

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Jornada pré-natal online com 5 módulos em vídeo para gestantes que desejam chegar ao parto com mais consciência, confiança e conexão com o próprio corpo. Dança do ventre, ciclicidade lunar, plano de parto emocional e preparação real para o trabalho de parto.

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Dida Schneider

O que dizem as mulheres que passaram por aqui

Acompanhe no @didaschneider

Dúvidas da gestação ao pós-parto

Parto normal e parto humanizado são a mesma coisa?

Não. Parto normal é a via vaginal. Parto humanizado é sobre a forma de cuidar — com escuta, respeito e protagonismo da mulher. Dá pra ter parto normal desumanizado e cesárea humanizada. O que muda tudo é a postura, não a via.

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Parto domiciliar é seguro?

O melhor lugar para parir é onde a mulher se sente verdadeiramente segura. O parto precisa de ocitocina, e a ocitocina não floresce no medo. Com gestação de risco habitual, equipe qualificada e plano de transferência, o parto domiciliar pode ser tão seguro quanto o hospitalar.

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Gravidez é doença?

Não. Mas basta engravidar para o corpo virar "problema em potencial". Gestação é processo fisiológico que precisa de acompanhamento responsável, não de patologização. Há uma diferença importante entre cuidar e tratar o corpo saudável como ameaça.

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Por que o primeiro trimestre costuma ser tão intenso?

Porque o corpo está trabalhando profundamente — mesmo quando nada é visível por fora. Há uma reorganização física, hormonal e emocional imensa. O primeiro trimestre pede recolhimento, descanso e delicadeza. Não é fraqueza. É o corpo e a alma no início de uma grande passagem.

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O que é violência obstétrica e como me proteger?

É quando a mulher deixa de ser sujeito da própria experiência e passa a ser tratada como objeto de controle. Informar-se é resistência. Escrever um plano de parto é proteção. Cercar-se de uma equipe que te reconheça como protagonista é o melhor que você pode fazer.

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Posso ter parto domiciliar mesmo sendo meu primeiro filho?

Sim. O que define essa possibilidade não é o número de gestações, mas se há risco habitual, equipe experiente e acompanhamento responsável. Primeiro parto pode ser mais longo, mas duração não é sinônimo de perigo.

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Qual a diferença entre doula, parteira e obstetra?

A doula oferece presença e sustento emocional. A parteira une cuidado clínico e presença integral. O obstetra entra com o olhar médico quando necessário. São papéis complementares — quando bem compreendidos, quem ganha é a mulher.

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Em que momento começa a preparação para o parto?

Desde o início da gestação. O corpo já começa a se preparar silenciosamente. Parir não começa no dia do parto — começa aos poucos, na medida em que a mulher vai se tornando disponível para essa travessia.

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Por que o cuidado no puerpério é tão essencial?

Porque o parto não termina quando o bebê nasce. O puerpério precisa de recolhimento, alimento, descanso e presença útil — não de plateia. O que uma mãe precisa nesse tempo não é de visita. É de aldeia.

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Por que vale a pena se preparar para a amamentação ainda na gestação?

Porque o que sustenta a amamentação não é só o peito — é o entorno. Informação sobre pega e livre demanda ajuda, mas planejar quem vai cuidar da casa, da comida e do descanso da mãe faz diferença real.

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O que é a depressão pós-parto e por que precisa ser levada a sério?

Não é fraqueza nem falta de amor. É uma condição real que pode atravessar a mulher justamente quando se espera dela felicidade plena. Reconhecer os sinais cedo e oferecer acolhimento faz toda a diferença.

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Você atende plano de saúde? Como solicitar reembolso?

O acompanhamento é particular, mas a ANS prevê cobertura de consultas com enfermeira obstétrica. Seu plano pode oferecer reembolso parcial. No blog tem todas as informações e um modelo de solicitação pronto.

Leia o artigo completo com modelo de solicitação →

Como lidar com os sintomas digestivos da gravidez?

Azia, refluxo, prisão de ventre e inchaço são comuns e não indicam que algo está errado. É o corpo se reorganizando para abrigar outra vida. Pequenos ajustes na alimentação e na rotina podem fazer muita diferença.

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O que meu acompanhante pode fazer durante o parto?

Muito mais do que imagina. Contrapressão no sacro, respirar junto, proteger o ambiente, ser ponte com a equipe. O acompanhante não precisa ser herói — precisa encontrar seu lugar ao lado da mulher.

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"Não aguento mais": o que acontece quando esse pensamento surge no parto?

Esse momento costuma aparecer justamente quando o nascimento está próximo. É a fase de transição — o corpo trabalhando no máximo enquanto a mente duvida. Não é sinal de que algo deu errado. É sinal de que a passagem está se abrindo.

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Pronta para viver essa jornada transformadora?

Cada gestação é uma oportunidade única de conexão consigo mesma e com o bebê. Não deixe esse momento passar sem estar realmente presente.

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